Imersão · Dr. Victor Hugo Costa
Vender consulta avulsa não sustenta mais um consultório médico. A medicina ficou mais competitiva e o paciente, mais exigente. Num sábado, ao vivo e com intervalo para o almoço, eu vou te ajudar a montar um programa de acompanhamento desenhado, precificado e pronto para oferecer na próxima consulta — feito para aumentar o resultado do seu paciente e o lucro do seu consultório.
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O problema
O produto da esmagadora maioria dos médicos é esse: quinze minutos para ouvir, examinar, decidir e ainda explicar. Você prescreve, diz "volte daqui a três meses" e torce para que ele siga. Metade não volta. E dos que voltam, boa parte volta igual e depois abandona.
Aí o mês vira, a agenda do mês seguinte amanhece vazia e você recomeça a corrida atrás de paciente novo, só que as contas fixas não recomeçam do zero junto com você. Quando aperta, sobra o convênio, que paga pouco e paga tarde. Quando o convênio não fecha a conta, sobra o plantão, que rouba o seu fim de semana.
Isso já era duro. Agora ficou pior, por um motivo que não depende de você: o número de médicos disputando esse mesmo paciente. O Brasil abriu 275 novas escolas médicas desde 2010, uma a cada 17 dias, e ganhou 116 mil médicos só nos últimos cinco anos. Mas o número de pessoas dispostas a pagar por uma consulta particular não cresceu na mesma proporção.
Nessa hora quase todo médico pensa que isso é problema do outro. Se você tem estrada, pensa que é problema de quem está começando. Se você acabou de sair da faculdade, pensa que é problema de quem já tem consultório para sustentar. Se você ainda nem abriu, pensa que é problema de quem abriu.
Não é de nenhum dos três em particular. É de todo mundo que vende a mesma coisa. No fim, isso aqui é oferta e demanda, e oferta e demanda não olham o seu currículo. A oferta de médico dobra; a demanda por consulta particular fica onde está. Quando sobra vendedor e falta comprador, o preço cai — e cai para o recém-formado e para quem tem quinze anos de sala igual.
O que muda é só onde dói. Quem está começando sente na agenda que não enche e na pressão de aceitar o primeiro convênio que aparecer. Quem tem consultório montado sente no custo fixo que continua chegando enquanto o preço da consulta é puxado para baixo. Quem depende de plantão sente na conta de que largar o plantão fica um ano mais distante a cada ano. Quem ainda não abriu sente no medo, que é legítimo, de montar uma estrutura cara para descobrir depois que ela não se paga.
Tempo de consultório não é muralha e diploma novo não é sentença. A sua reputação não impede ninguém de abrir na mesma rua que você, cobrar mais barato e ter o dobro de paciência para aparecer todo dia — e ter se formado ano passado não te impede de sair na frente de quem está há quinze anos vendendo quinze minutos. O que protegia o consultório nunca foi antiguidade nem juventude: era a escassez de médico. E a escassez acabou.
Fontes: Demografia Médica no Brasil 2025 (FMUSP/AMB/Ministério da Saúde) e Organização Mundial da Saúde.
Por isso, quem vende consulta avulsa vende o mesmo produto que todos esses médicos. E produto igual só se disputa de duas formas: baixando o preço ou apertando mais gente na agenda. As duas terminam no mesmo lugar, você trabalhando mais para ganhar igual.
Agora olha o terceiro número. Metade dos pacientes crônicos não segue o tratamento que você prescreveu. Não é falta de informação, é falta de acompanhamento. Quinze minutos a cada três meses não mudam o comportamento de ninguém. E não é só o crônico: o pós-operatório que abandona a reabilitação no segundo mês é o mesmo abandono com outro nome. Você entregou a cirurgia; o resultado, quem entrega é o acompanhamento que ninguém cobra.
Esse é o problema que ninguém no seu mercado está resolvendo. E resolver dá resultado medido: elevar a adesão em 20% reduz o risco de AVC em até 18% e o de morte em cerca de 10%. Programa de acompanhamento não é venda encaixada no fim da consulta. É o que faz o seu tratamento funcionar.
Só que ninguém ensina médico a cobrar por isso. Ensinam a crescer de tamanho — e eu fui exatamente pelo caminho que hoje empurram para cima de você.
Montei a clínica grande porque me disseram que era esse o certo: 12 funcionários, 4 médicos, mais de R$ 250 mil entrando por mês. No papel, eu tinha chegado lá.
Na prática, eu tinha parado de ser médico. O meu dia ia embora em folha de pagamento, fornecedor, contrato, sala vazia e briga de agenda. Atender virou o que sobrava do expediente. E todo dia primeiro começava de novo: faturamento alto, lucro baixo e a sensação de ter que matar um leão por mês para manter tudo aquilo de pé. Entrava muito dinheiro e o que menos sobrava era tempo.
Ninguém me tirou de lá. Eu saí, por decisão, e desmontei aquilo tudo por uma estrutura mínima. Hoje eu lucro mais do que lucrava, trabalho menos horas, tenho previsibilidade e tenho tempo. O que mudou o jogo não foi o tamanho da clínica. Foi o que eu passei a vender.
Consulta avulsa
Para faturar mais, tem que atender mais. E para atender mais, tem que inchar.
Plano de acompanhamento
Mais resultado por paciente, menos gente na agenda, e uma clínica que cabe em você e uma assistente.
Seu paciente para de sumir e finalmente chega no resultado. Ele é o maior beneficiado. Você ganha previsibilidade e consegue reduzir convênio e plantão, com receita já contratada entrando. Tudo dentro da estrutura que você já tem — ou da menor estrutura possível, se você ainda vai montar a sua: sem mais uma sala, sem contratar ninguém e sem deixar de ser médico para virar gestor.
Funciona em qualquer especialidade, inclusive nas cirúrgicas, com consultório montado, recém-aberto ou ainda no papel. E dá para começar sem largar nada.
Para quem é
Não é para
O que você leva
i
Objetivo, duração, o que está incluso e — principalmente — o que não está. São os três pilares que fazem o paciente pedir para comprar em vez de você ter que empurrar. É aqui que a maioria dos programas nasce pesado demais e rouba o tempo do médico.
ii
Quanto cobrar, por que cobrar isso e como parcelar sem quebrar o seu caixa.
iii
A hora certa de oferecer e as palavras certas, de forma leve e natural — sem parecer vendedor, com ética e respaldo clínico.
iv
"Está caro", "vou pensar", "preciso falar com meu marido". Você sai sabendo conduzir cada uma delas.
v
Como encher o programa sem torrar fortuna em anúncio, usando o que a própria consulta já produz todo dia e os canais que você já tem na mão.
vi
Como acompanhar, como cobrar renovação e o que fazer entre uma consulta e outra sem contratar ninguém e sem invadir a sua noite.
12 de setembro · sábado
Todo o conteúdo é entregue das 9h às 12h30. Depois paramos para o almoço e voltamos das 14h às 15h30 só para o tira-dúvidas ao vivo.
O que quebrou no modelo de consulta avulsa, por que faturamento alto convive com lucro baixo e por que oferecer acompanhamento deixou de ser diferencial para virar obrigação de quem quer manter o consultório de pé.
Os dois resultados que andam juntos: a conta financeira que muda (receita contratada, renovação, margem) e a conta clínica que muda (adesão, aderência ao tratamento, desfecho). É o que sustenta o preço na hora de oferecer.
Mão na massa. Você monta o seu, do zero, ao vivo, comigo olhando: escopo, duração e entregas montados sobre os três pilares que fazem o paciente pedir para comprar.
Como chegar no preço: o que entra na conta, como ancorar o valor no resultado (e não na hora) e como parcelar sem estrangular o seu caixa.
O roteiro de consulta: onde entra a oferta, como conduzir com ética e respaldo clínico, como lidar com objeção e como não travar na hora de falar o preço.
De onde vêm os primeiros pacientes do programa sem fortuna em anúncio: o que a própria consulta produz todo dia, o encaminhamento e os canais que você já tem na mão.
Você traz o seu caso, a sua especialidade e a sua realidade. Eu ajusto o seu programa junto com você.
Ingresso
Um único paciente dentro de um programa paga essa imersão várias vezes. Mas essa nem é a conta que importa. A que importa é a outra: quanto custa passar mais um ano trocando hora por dinheiro — e chegar em dezembro tendo faturado mais, lucrado igual e perdido mais um ano de sábados?
Em qualquer lote você leva
2º lote
Último lote
Participe da imersão inteira. Se ao final você achar que não valeu, peça o reembolso em até 7 dias depois da imersão e devolvemos 100% do valor. Sem burocracia e sem perguntas.
Repare: a garantia começa a contar depois do evento, não depois da compra. Você não corre risco nenhum por comprar cedo.

Quem vai conduzir
Ortopedista e cirurgião de joelho — CRM 18154, RQE 1545. Residência em Ortopedia e Traumatologia no HC-UFPE, especialização em Cirurgia do Joelho na Santa Casa de São Paulo e fellow em Artroscopia no Hospital for Special Surgery, em Nova York. Membro titular da SBOT e da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho.
Pós-graduado em Nutrologia, Medicina Esportiva e Ciências da Longevidade. Sou professor e lidero o Ambulatório de Obesidade e o Grupo de Pesquisa em Performance Humana na Universidade de Pernambuco, e fundei o Instituto Victor Hugo de Saúde e Performance.
Passei dez anos testando os dois modelos de consultório. Comandei uma clínica com mais de R$ 250 mil de faturamento por mês, 12 funcionários e 4 médicos — e larguei tudo isso por uma estrutura mínima, porque a conta que interessa não é a do faturamento. É esse modelo, o que eu opero hoje, que eu ensino.
Dúvidas
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